Todo mundo é mídia. Todo mundo é professor. E isso pode ser um problema
Vivemos a era da assimetria. A vantagem competitiva não está mais em tamanho, escala ou capital. Está em agilidade, clareza de propósito, conexão humana e capacidade de operar com ousadia
Comércio preditivo, gamificação, sistemas de pontos, recomendação algorítmica... tudo isso gira em torno de uma métrica que deveria estar no radar das empresas brasileiras: tempo dentro do ecossistema
Por que poucas sobrevivem e o que podemos aprender com as Blue Zones humanas
O marketing não acabou. Mas mudou de forma. Não estamos falando do fim da disciplina, mas do fim de uma era.
O que só os fundadores que venceram duas vezes sabem e por que quase ninguém fala sobre isso
Enquanto marcas correm para conquistar o consumidor, muitas esquecem de encantar quem está do lado de dentro. E isso não é só um erro humano — é uma falha estratégica
Um novo equilíbrio entre crescer e cuidar
Com mais de duas décadas dedicadas à construção de marca no setor da saúde, Rodrigo Rocha construiu uma trajetória sólida e estratégica em uma das principais empresas do segmento, a Amil.
Se, de repente, o Uber deixasse de existir, conseguiríamos nos virar? E se o WhatsApp saísse do ar indefinidamente? Se o Waze desaparecesse amanhã, quanto tempo levaria para voltarmos a usar mapas de papel?
O poder das redes de negócios: como ecossistemas criam impérios e transformam mercados
Por que a inovação não é suficiente para manter sua empresa viva
As lideranças empresariais terão de dedicar cada vez mais tempo, atenção e energia em identificar parceiros, estabelecer alianças e formar ecossistemas
Desafiando a ditadura da imagem, a nova ética dos negócios prioriza a identidade genuína para só depois investir no parecer ser
A jornada não fica mais fácil à medida que se segue em frente e é preciso tempo e amadurecimento para chegar ao topo vivo, com sanidade para curtir o momento e sabedoria para enxergar o panorama em torno de si
Realizando um salto qualitativo no conceito de diversificação, as empresas versáteis costumam trazer um elemento inovador e disruptivo para os mercados em que participam
O “Flower Power” continua a gerar efeitos e a disrupção sonhada nos anos 1960 se tornou realidade e se mantém como tendência de futuro graças aos Hippies 2.0